Vimanas - Aeronaves pré-históricas

Segundo a história moderna a primeira aeronave foi construída com sucesso por Santos Dumont, ou por outra interpretação pelas irmãos Grin, se bem que leonardo Davinci já teria criado projetos de maquinas voadoras alguns séculos antes, projetos que poderiam muito bem ter dado certo.

Mas de acordo com documentos históricos e antropológicos, aeronaves existiram no passado, num passado distante, na fronteira entre a história e a pré-história.

Encontramos referências entre os indianos, chineses, tibetanos, incas, sumérios, egípcios, judeus e muitas outras culturas. 

Incas

Aqui alguns artefatos de origem Inca.






O conhecimento dos Incas é admirável. Construtores de pirâmides sofisticadas que bem mostra o quanto conheciam de geometria, com sofisticados sistemas de medidas, arquitetura e engenharia. Tinham conhecimentos de astronomia e entendiam os movimentos da Terra em relação ao Sol, o que permitiu que elaborassem um calendário bem preciso que muito os ajudava na agricultura. Por tudo isso, podemos deduzir que eram um povo por demais prático e que, ao que parece, não eram afeitos a eventuais perda de tempo. Os Incas, portanto, sabiam muito bem o que estavam fazendo, ao esculpirem figuras que mais se assemelham a objetos voadores.

Egito





Entalhe em uma das paredes de pedra de templo egípcio

Destacamos embaixo algumas das gravuras do mural do templo, comparando-as com aeronaves modernas. A semelhança é tão grande que dificilmente alguém permaneceria indiferente a essas possíveis máquinas do passado. 







Modernas aeronaves 

Inclusive uma outra aeronave que nem a conhecemos ainda, mas é assemelhada a descrição de ovinis.





China

Na China as descrições de veículos voadores remontam aos primórdios da história dessa que é uma das mais antigas civilizações. As máquinas voadoras são descritas como sendo confeccionadas de madeira leve e impulsionadas por meios mecânicos, embora ainda desconhecidos dos pesquisadores. Existem descrições de aparelhos onde "um conjunto de espadas ou lâminas" são acopladas e giram em altíssima velocidade fazendo com que "o pássaro" possa levantar vôos e viaje por longas distâncias. Embora não exista menção da peça motriz em si mesma, ou o motor, não resta dúvidas de que essas são descrições de um aparelho fabricado com a clara intenção de voar. É relevante notar que embora sejam narrativas que se assemelhem a fábulas ou estórias, contêm, não obstante, não apenas relatos da praticidade desses aparelhos em pleno vôo, mas freqüentes e interessantes instruções de como construí-los.

Coreia

Registros semelhantes existem na literatura da Coréia. Um dos textos narra um inventor chamado Jung Pyung Goo que criou um aeroplano dotado de hélices que giravam na parte de cima do seu aparelho, o qual podia viajar a longas distâncias e era capaz de levantar e baixar vôos na vertical à semelhança dos modernos helicópteros. Ele o construiu com base em instruções contidas em documentos antiquíssimos e utilizou seu invento durante a Guerra Im Jin (entre a Coréia e o Japão em 1592-1597) para libertar um amigo que corria perigo e era prisioneiro no Forte Jin Joo, resgatando-o e levando-o a salvo para um local situado a 48 Km de distância.

Oriente Médio

A Suméria foi uma das mais bem sucedidas civilizações da antiguidade. Situada na região que mais tarde seria conhecida como Mesopotâmia (atual Iraque). A civilização sumeriana teve início em torno de 4.500 anos a.C., atingindo o ápice cultural em torno de 3.000 a.C. Floresceu entre os rios Tigre e Eufrates, que lhes garantia terras férteis, no que puderam aproveitar no desenvolvimento da agricultura. Foram inventores da escrita cuneiforme, provavelmente um dos primeiros sistemas de registro. Tinham conhecimentos de Astronomia, baseados na observação, tendo reconhecido os cinco principais planetas, distinguindo-os das estrelas. Encontramos também referências entre os sumérios sobre máquinas voadoras, nos relatos das visitas de deuses e seres superiores. Embaixo, vemos um entalhe sobre pedra narrando a visita de Ea In, que descendeu dos céus numa aeronave.








No detalhe, vemos uma comparação entre a nave retratada no mural com um moderno avião a jato.

Entre os judeus, não podemos esquecer o estranho episódio narrado no Antigo Testamento (Quarto Livro dos Reis), em que Elias foi arrebatado numa carruagem de fogo com cavalos de fogo e que subiu, levantando um imenso redemoinho. Ezequiel (1, 4-28) teve a visão de um globo de metal, brilhante, envolto numa nuvem como um redemoinho e que emanava fogo. Viu também umas "rodas brilhantes" que emanavam luz azulada (da cor do mar) e que tinham dentro de si outras "rodas menores" feitas de metal que giravam continuamente; tinham uma grandeza e altura nunca visto antes e tinham muitas lamparinas e muitos olhos em todos os seus lados (seriam janelas ?). Essas rodas pairavam acima de quatro objetos metálicos móveis que o profeta os compara com animais. Quando esses moviam, as rodas os acompanhava, quando os "animais" paravam, as rodas também paravam. Tudo brilhava como se fosse um cristal de brilho inigualável e (ao moverem-se) faziam um som como de muitas águas, ou como o murmúrio de uma grande multidão.

India

De todos os relatos antigos sobre a ocorrência de máquinas voadoras em passado remoto, nenhum se compara com as referências à Índia. Os Vedas, antigos tratados filosóficos e religioso da Índia antiga, estão repletos de narrações sobre essas máquinas voadoras. O termo utilizado é , proveniente do Sânscrito e que significa literalmente objeto celestial (objeto que pode voar nos céus) ou máquina voadora. Um sinônimo da palavra em Sânscrito é ou nau de onde derivou a palavra latina navio, nau ou nave. Desta forma, significa literalmente, nave ou aeronave.

No Rig-Veda, o mais antigo dos textos védicos e a mais antiga escritura conhecida, há uma referência à chegada de Vata ou Vayu o semi-deus do vento.
    Olhe a grandeza da carruagem () de Vata,
    Irrompendo ela vai,
    Como um trovão é seu ruído,
    que toca aos céus
    e produz uma luz brilhante
    (um clarão avermelhado)
    num turbilhão de poeira sobre a terra.
--- Rig-Veda

O Mahabharata, o Ramayana e o Srimad-Bhagavatam, que estão entre as Escrituras Sagradas mais reverenciadas da Índia, estão repletos de descrições várias sobre essas aeronaves. São descritas desde naves de transporte individual (para um só passageiro) até estruturas mais complexas compreendendo muitos andares e algumas são descritas como pequenas cidades. Umas, ao se moverem, fazem um barulho de trovão com descarga de fogo e fumaça, enquanto outras aeronaves produzem um som melodioso sem emissão de fogo e gases, e outras ainda são completamente silenciosas.

Um comentário sobre Ayodhya, a capital do reino do Senhor Ramachandra, é reproduzido a seguir:

"As sete maiores cidades do Reino do Senhor Rama, eram conhecidas como 'As sete cidades dos Sábios'. De acordo com os textos antigos indianos, as pessoas tinham máquinas voadoras denominadas . O antigo épico hindu descreve um como uma aeronave circular de duplo-pavimento com janelas circulares e uma cúpula de vidro muito semelhante com as descrições conhecidas de disco voadores ou, ainda, de formatos cilíndricos. Havia pelo menos quatro diferentes tipos de que podiam viajar a velocidade do vento." 4

No Srimad-Bhagavatam entre inúmeras citações encontramos a seguinte passagem:

"Certa vez, enquanto o Rei Citraketu estava viajando no espaço exterior em um brilhante e refulgente aeroplano que lhe foi presenteado pelo Senhor Vishnu . . . " 5

--- Srimad-Bhagavatam Sexto Canto , Parte 3

O Mahabharata descreve o aeroplano pertencente ao malévolo Salva, feito de ferro e que podia viajar a grandes velocidades, pairar, mover-se em qualquer direção em zig-zag, causar a ilusão de ser muitos ou ficar completamente invisível.

Os não se prestavam apenas para o transporte utilitário de passageiros, mas eram utilizadas desde passeios de lazer até o uso militar. Existem descrições de verdadeiras batalhas aéreas envolvendo atacando outros ou destruindo exércitos em terra. A literatura não é somente pródiga em descrições acerca das atividades e usos dessas aeronaves, mas existem textos que explicam minuciosamente os processos de construí-las. Entre esses textos os mais famosos são o Vaimanika-sastra, o Samarangana Sutradhara, o Dronaparva (parte do Mahabharata) e outros.

O Droanaparva descreve um tipo de feito de ferro, no formato de uma esfera e que podia se mover em todas as direções a grandes velocidades devido a expulsão de um poderoso jato de ar, gerado pela combustão de mercúrio. O Samarangana Sutradhara informa sobre máquinas de ferro de formas aerodinâmicas movidas a mercúrio e que ejetavam uma chama de fogo de barulho ensurdecedor pela parte traseira do veículo.

No Samarangana Sutradhara, diversos tipos de aeronaves são mencionadas com detalhes acerca de seus usos e construções. Nesse tratado, a palavra aparece apenas uma vez. O termo comumente empregado é yantra, que significa máquina. Existem yantras com um aparelho propulsor (motor), dois, quatro e muitos. Os descritos com propulsão a mercúrio, ou outro líquido, são ditos como producentes de ruídos ensurdecedores. Uma observação bastante interessante é feita com respeito aos que usam duas asas e que ejetam chamas de fogo e fumaça ou que apenas ejetam uma forte corrente de ar: esses não podem se mover para trás ! Alguns são descritos como movidos a sons musicais, ou tonalidades melodiosas; esses são muito versáteis e muito velozes, quanto à maneira de voar. Alguns são fabricados de madeira leve e resistente, enquanto outros são feitos de ferro. Há uma distinção entre os usados para deslocamentos de um local para outro em viagens curtas, os utilizados para longas distâncias e aqueles usados para viagens interplanetárias. Essas diferenças fazem-se verificar nos materiais usados e na forma a que são movidos, segundo tipo de viagem a que se destinam.

Os também são associados com o termo laghima, traduzido como anti-gravidade. Nessa associação, algumas máquinas voadoras são impulsionadas por essa energia mental, responsável pela habilidade de levitar dos yogis. O Vaimanika-shastra, descreve esse tipo de aeronave movida a laghima juntamente com o tipo mecânico. Neste tratado, existem vários capítulos dedicados à construção de vários tipos de , mecânicos e movidos a energia sutil.

Abaixo mostramos desenhos feitos em 12/02/1923 por T. K. Ellapal, em Bangalore, segundo instruções de Subbaraya Bastry Pandit que traduziu e estudou textos relacionados aos Vimanas.








Notemos que à época em que os desenhos foram feitos, em 1923, estávamos ainda muito distantes da década de 60, quando teve início a exploração espacial moderna em que o projeto Gemini e Apolo usavam cápsulas espaciais de formato cônico para facilitar a reentrada na atmosfera terrestre. O desenho do Shakuna-6 (abaixo) foi executado pelo mesmo T. K. Ellapal seguindo as mesmas referências de escrituras antigas. Nesse trabalho, vemos um modelo bastante avançado.


Outros textos védicos antigos fazem claras referências às aeronaves do passado. O Kautilya-Astrashastra menciona várias classes de homens de negócio ou tecnocratas, entre eles os kaubhikas "capazes de conduzir aeronaves com muita habilidade". Outro termo significativo é akasha-yodhinah que signica "aquele que pode lutar do céu". No Yuktikalpataru de Bhoja (300 a.C), nos versos 48-50, há uma clara menção aos .

Muitos desses textos eram guardados no maior segredo, pois a tecnologia dos jamais poderia cair em mãos erradas, pois havia o risco de serem utilizadas de forma bastante destrutiva. Quanto às aeronaves de passeio, há descrições de como as classes mais abastadas costumavam sobrevoar as cidades em suas aeronaves e até assistiam apresentações de dança e teatro do alto, no conforto de suas Vimanas.





Essas aeronaves eram dotadas de conjunto de lentes e espelhos especiais, que criavam a ilusão de que uma única nave parecesse ser um grupo de muitas, de parecerem paradas quando estavam em fuga ou de parecerem estar em movimento quando estivessem paradas. Às vezes podiam desaparecer por completo, saindo do campo de visão de qualquer potencial agressor, simulando truques de invisibilidade.

Antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial, sabe-se que especialistas alemães visitavam com freqüência a Índia e o Tibet, sempre a procura de textos relacionados com tecnologias da antiguidade. O mesmo interesse foi despertado em especialistas soviéticos, durante o período da guerra-fria, com finalidades de pesquisar tecnologias referentes aos , não se sabe se para otimizar o programa espacial ou de armamentos bélicos. Curiosamente, cientistas soviéticos descobriram em cavernas do Deserto de Gobi e no Turquestão o que eles mesmos denominaram "instrumentos antigos usados em veículos de navegação cósmica". Os 'instrumentos' são objetos hemiféricos feitos de vidro ou porcelana, tendo um cone em uma extremidade com uma gota de mercúrio dentro.

As partes mais interessantes dos tratados originais relacionados aos não se encontram mais disponíveis. Na verdade sempre foram considerados textos secretos. O que se sabe, contudo, é que existem muitas referências a esses tratados em outros trabalhos que os mencionam; alguns tão antigos quanto os originais, outros como comentários posteriores e mesmos esses , não obstante, são textos igualmente antigos e de reconhecida fidedignidade.









Templos Hindus com suas Vimanas.

Maias

OS NAVIOS VOADORES DE SCHWERTA
600.000 A. C. – 10.481 A. C.

O início da história da humanidade é uma questão contestada. De acordo com a Bíblia, Deus criou o mundo em seis dias para a sua própria honra e para a honra da humanidade. Então ele moldou o homem do pó e deu-lhe o sopro da vida. Mas de acordo com o Popol Vuh, o Livro do Maia, o homem só surgiu na quarta criação divina, depois de três mundos anteriores terem sido destruídos por medonhas catástrofes.
E assim, A Crônica de Akakor é testemunha perante a História do mais antigo povo do mundo, desde o início, a hora zero, quando os Primitivos Mestres nos deixaram, até ao momento atual, quando os Bárbaros Brancos estão a tentar destruir o nUm denso mistério envolve a origem dos Primitivos Mestres, que nem sequer o conhecimento dos sacerdotes consegue esclarecer. De acordo com a tradição, a época deve ter sido 3.000 anos antes da hora zero (13.481 a. C., segundo o calendário dos Bárbaros Brancos). De repente, navios brilhantes, dourados, apareceram no céu. Enormes línguas de fogo iluminaram a planície. A terra tremeu e o trovão ecoou sobre as colinas. O homem baixou a cabeça em sinal de veneração, perante as poderosas e estranhas criaturas que vinham tomar posse da Terra.
Estes estranhos indivíduos disseram que a sua pátria se chamava Schwerta, um mundo muito distante, na profundeza do universo, onde viviam os seus antepassados e donde eles tinham vindo com a intenção de espalhar conhecimento pelos outros mundos.
Os nossos sacerdotes dizem que era um poderoso império constituído por muitos planetas e com inúmeros grãos de pó na estrada. Também dizem que ambos os mundos, o dos Primitivos Mestres e a própria Terra, se encontravam de seis mil em seis mil anos. Então os Deuses voltam.
Com a chegada dos estranhos visitantes ao nosso mundo começou a Idade do Ouro. Cento e Trinta famílias dos Antigos Pais vieram para a Terra para libertar o homem da escuridão.
O velho épico hindu Mahabharata conta como os Deuses e os Titãs lutaram para ter o domínio da Terra. De acordo com Platão, o lendário império da Atlântida atingiu o seu ponto mais elevado neste período. O cientista germano-boliviano Posnansky acredita na existência de um enorme império na região da cidade boliviana, agora em ruínas, de Tiahuanaco. Segundo a opinião de alguns historiadores e etnólogos, as principais divisões raciais do Homo sapiens da última época glacial desenvolveram-se cerca de 13.000 a. C.: Mongóis na Ásia, Negros na África e Caucasianos na Europa. As principais fixações no continente europeu encontram-se nas regiões costeiras. As descobertas arqueológicas de Altamira e da Amazônia confirmam pela primeira vez a existência de humanos no continente sul-americano.

Dizem que no período antes da hora zero existiu também outra nação de deuses que eram hostis aos nossos Primitivos Mestres. De acordo com as imagens do Grande Templo do Sol de Akakor, as estranhas criaturas pareciam-se com humanos. Tinham muito cabelo e uma pele avermelhada. Tal como os homens, tinham cinco dedos nas mãos e nos pés. Mas dos ombros saiam-lhes cabeças de serpentes, tigres, falcões e outros animais.
Os nossos sacerdotes dizem que estes deuses também governaram um enorme império. Também possuíam o conhecimento que os tornava superiores aos homens e iguais aos Primitivos Mestres. As duas raças de deuses que estão representadas nas imagens do Grande Templo do Sol de Akakor começaram a guerrear-se. Queimaram o mundo com calor solar, e cada um tentou tirar ao outro o seu poderio. Iniciou-se uma tremenda guerra entre os planetas e esta guerra levou o meu povo à perdição.
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..... Certas coisas que vão muito mais além do que possa alcançar a nossa imaginação! Nossa estranha estória começa no distante ano de 1971 quando a tripulação de uma avião comercial da Swissair, sob o comando do veterano aviador alemão Ferdinand Schmidt, aterrissou em Manaus - capital do Estado do Amazonas. Aproveitando uma folga e passeando nas ruas daquela cidade, os tripulantes foram abordados por um mendigo trajando vestes esfarrapadas que lhes solicitou o pagamento de um almoço..... EM IDIOMA ALEMÃO FLUENTE! Perplexos, os visitantes não somente pagaram o tal almoço solicitado como também, bastante interessados, entabularam conversação com o tal mendigo poliglota. Após beber algumas coisas, o surrealista mendigo literalmente "soltou a língua" e revelou ser um membro de uma tribo desconhecida chamada UGHA MOGULALA e que era mestiço..... Filho de SOLDADO ALEMÃO e mãe indígena!
E não era só isso! O tal "mendigo" revelou à perplexa tripulação da Swissair que entre os anos de 1939 e 1941 (e portanto durante a época da Segunda Guerra Mundial), seu povo recebera a visita de cerca de 2 MIL SOLDADOS NAZISTAS que traziam consigo pesados armamentos e também sofisticados equipamentos - alguns deles desconhecidos - tendo nas densas selvas se instalado! Retornando à Alemanha, o comandante Schmidt procurou o famoso jornalista Karl Brugger (foto), da rede alemã RDA, revelando a ele todos os detalhes daquela misteriosa ocorrência. Brugger, sem saber que com isso iria assinar a sua própria sentença de morte, se interessou vivamente pelo relato do comandante e resolveu vasculhar o fato mais a fundo.
De fato, pesquisando antigos arquivos da Alemanha nazista, Brugger descobriu documentos secretos e também um certo filme muito especial, no qual era revelado que em 1945 Hitler despachara um submarino equipado com aviões anfíbios e levando soldados de elite da SS, precisamente na direção do território brasileiro! E também mais tarde foi apurado que várias equipes nazistas remanescentes (não se sabe vindas de onde) lá chegaram após o final da guerra e até mesmo vários anos depois, em 1965! Na foto, vemos um "frame" daquele filme, mostrando o hasteamento de uma bandeira nazista em pleno coração da Floresta Amazônica! Aliás, aquele filme inclusive mostrava todas as fases da montagem de uma base nazista supersecreta naquela região!

Os tapetes voadores, também poderiam ser explicados, pelos Vinamas.

Fontes:
http://www.ideariumperpetuo.com/vimanas.htm
http://rodrigoenok.blogspot.com/2008/07werta.html

http://confidencialinfo.blogspot.com
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About Henrique Halbercone

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